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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Genecias anuncia nesta segunda-feira (18) apoio a Tasso e Eunício

O deputado federal Genecias Noronha, do Solidariedade, anuncia, nesta segunda-feira, apoio às candidaturas de Tasso Jereissati ao Senado e de Eunício Oliveira ao Governo do Estado. Pressionado pelos aliados que se opõem ao nome do petista Camilo Santana, Genecias esperou, também, nos últimos 45 dias, reuniões com o Governador Cid Gomes (PROS) para discutir ações do Governo do Estado em municípios onde tem bases eleitorais. Genecias receberá, nesta segunda-feira, a partir das 9:30 horas, em sua residência em Fortaleza, os candidatos Eunício Oliveira e Tasso Jereissati. O Solidariedade integrava a aliança com o PROS e o PT e, a partir desse momento, se divide com a maioria dos candidatos à Assembleia Legislativa e dirigentes municipais migrando para a Coligação Ceará de Todos, puxada pelo PMDB e com a participação do PR, DEM, PSDC, PPS e PSDB. Prefeitos, ex-prefeitos, vereadores e lideranças políticas municipais acompanharão Genecias Noronha rumo às candidaturas de Eunício e Tasso. A agenda de Eunício e Tasso reserva, para esta segunda-feira, reunião com lideranças políticas. A genda não cita o nome de Genecias, mas nomina o endereço do parlamentar como o local do encontro das adesões. O apoio de Genecias Noronha e do seu grupo político aos nomes de Tasso e Eunício agrada à cupula nacional do Solidariedade, que tem mais identificação com o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves. O Ceará foi o único Estado em que o Solidariedade foi liberado pelo Presidente da Executiva Nacional, Paulinho da Força Sindical. ”Quando decidi entrar no Solidariedade, recebi a garantia que, no Ceará, o partido teria a liberdade para apoiar os candidatos ao Governo e ao Senado que atendessem às circunstâncias políticas locais. Essa decisão do Paulinho (Deputado Federal Paulinho da Força Sindical) foi respeitada e continuo com a liberdade para agir sobre o melhor destino do Solidariedade no Ceará”, disse o deputado Genecias Noronha, que comanda a direção estadual da sigla.

Candidatos ao governo do Ceará participaram de debate em Iguatu

Três dos quatro candidatos ao governo do Estado participaram na noite desta terça-feira, 19, do debate promovido pela Diocese de Iguatu – Ailton Lopes (PSOL), Camilo Santana (PT) e Eliane Novais (PSB). Eunício Oliveira (PMDB) não compareceu. Por quase duas horas, os postulantes apresentaram propostas, responderam perguntas previamente encaminhadas e questionamentos entre si. O juiz eleitoral de Iguatu, Eduardo Girão, não permitiu manifestações do público que lotou o auditório do Hotel Diocesano: lideranças políticas, comunitárias, sindicalistas, simpatizantes, que obtiveram senhas de acesso. Sequer houve concessão para aplausos. O mediador e o padre Anastácio Ferreira tiveram que intervir várias vezes. O magistrado na tentativa de inibir as palmas preferiu caminhar e se posicionar entre a plateia. O bispo dom João Costa disse que o objetivo do debate é ouvir as propostas de cada candidato para que o público possa conhecer melhor as ideias de cada um. “Esse é o momento do exercício da cidadania, da democracia, do debate de propostas”, frisou o religioso que lamentou a ausência do candidato do PMDB. O evento foi transmitido ao vivo pela internet, através de equipamentos e tecnologia da Multicores e do técnico Luís Gustavo. E um dos momentos marcantes do encontro foi a oração de São Francisco realizada por todos os presentes e de mãos dadas, a iniciativa foi de Dom João no final do debate.O candidato Aílton Lopes (PSOL) ressaltou a importância dos debates que dão tempo e oportunidades iguais para todos os postulantes. “Na TV o tempo é desigual e partidos se juntam por interesses outros”, disse. “Até ontem quem estava junto diz que o outro não presta e fica aquela geleia geral”.Eliane Novais do PSB não poupou críticas ao governo. “O modelo de gestão dos últimos oito anos está completamente desacreditado”, disse. “O governo não dialogo com os movimentos sociais, populares, servidores públicos e sindicalistas”. A candidata propôs implantar o ‘Pacto pela Vida’, um projeto criado em Pernambuco de combate à violência, com adaptações.

Homens são sequestrados e achados mortos em Caucaia, no Ceará

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Eduardo Campos morre em acidente aéreo em Santos, diz deputado

Morre o candidato à presidência, Eduardo Campos. O político estava no avião que cai nesta quarta-feira (13) na cidade de Santos, em São Paulo. A informação foi confirmada pelo líder do PSB na Câmara dos Deputados, Julio Delgado.De acordo com o Comando da Aeronáutica, a aeronave, que caiu em uma casa na altura do número 50 da Rua Vahia de Abreu, 50, na esquina com a Rua Alexandre Herculano, no bairro do Boqueirão, é um Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, que decolou do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino ao aeroporto de Guarujá (SP). Quando se preparava para o pouso, o avião arremeteu devido ao mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com a aeronave. Trajetória Sua trajetória política começou com 20 anos, quando tornou-se presidente do Diretório Acadêmico da Faculdade de Economia. Um ano depois, ele participava da campanha do avô Miguel Arraes ao governo do Estado. Com a eleição de Arraes, Campos virou chefe de gabinete no Palácio das Princesas. A filiação ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) se deu em 1990. Naquele mesmo ano, o agora presidenciável foi eleito pela primeira vez para o cargo de deputado estadual em Pernambuco. Quatro anos depois, Eduardo Campos trocou Recife por Brasília. Em 1994, ele obteve 133 mil votos e foi eleito deputado federal pela primeira vez. Mas a estadia na capital federal durou pouco, já que em 1995 ele se tornava secretário de governo de Arraes. No ano seguinte, passou a ser secretário de Fazenda da mesma gestão. Com presença marcante no Estado, conseguiu ampliar sua votação e ser reeleito para o cargo de deputado federal em 1998, quando somou 173 mil votos. A trajetória em Brasília continuaria em 2002, quando recebeu da população sue terceiro mandato na Câmara Federal. Cada vez mais próximo de Lula, Eduardo Campos foi convidado a assumir o Ministério da Ciência e Tecnologia em 2004. No ano seguinte, assumiu a presidência nacional do PSB. A carreira política deslanchou mesmo em 2006, quando, em segundo turno, oi eleito governador de Pernambuco. Quatro anos depois, foi reeleito, agora com mais facilidade, em primeiro turno, somando 80% dos votos válidos. Agora, em 2014, após romper com Lula e o PT, Eduardo Campos era candidato a Presidência da República pelo PSB.

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