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sábado, 28 de maio de 2011

Produtores vão do campo à piscicultura

Em Quixelô, espera-se que o número de gaiolas dobre


Agricultores de Quixelô trocaram o campo para criar peixes no açude. O projeto está dando tão certo que vão dobrar o número de gaiolas.

Construído no rio Jaguaribe pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) em 1961, o açude Orós, no Centro-Sul do Ceará, é o segundo maior reservatório do Estado. A capacidade é de 2,1 bilhões de metros cúbicos.

Depois das boas chuvas deste ano, a represa da água fica cada vez mais próxima de zonas rurais como: Ilha Grande, Boa Vista e Jequi, no município de Quixelô, na mesma região. O clima estimulou 46 famílias de pequenos agricultores se tornarem produtores de tilápia em cativeiro.

O coordenador do grupo, Carlos de Souza, é um dos que deram adeus à pesca artesanal. “Antigamente eu era pescador, agora sou criador de peixe. Mudou muito”, revela ele.

Perspectiva de ampliação

O projeto foi instalado em novembro. Hoje, já são 122 gaiolas, podendo haver uma ampliação para mais de 400.

Os pescadores têm a parceria do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar e da Prefeitura, com o empréstimo anual de R$ 27 mil.

“Entramos em contato com grandes empresas para poder vender com um preço melhor, para tirar o atravessador da compra”, explica o prefeito de Quixelô, Gilson Oliveira.

São 10 tanques-rede para cada família, monitorados toda semana pela engenheira de pesca do município. A engenheira de pesca Marceila Bernardo afirma que “eles são pessoas bastante comprometidas. Sempre que a gente passa uma orientação, eles atendem”.

A pescaria experimental do projeto foi na última Semana Santa. E já deixou o pessoal satisfeito!
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