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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Juazeiro do Norte-CE: Advogado Irlando Linhares se recusa a fazer exame de corpo de delito no IML


Das seis pessoas presas sob a acusação de envolvimento nos assassinatos do vereador Amarílio Pequeno e o ex-policial civil, Dedé Bezerra, apenas o advogado Irlando Linhares se negou a fazer exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) de Juazeiro do Norte. Ele teve que assinar um termo relacionado com a recusa feita sob a alegativa que está sendo bem tratado e não necessitaria se submeter ao exame.

O advogado apenas foi transferido da carceragem da 20ª Delegacia Regional de Polícia Civil para a cadeia pública de Juazeiro. No momento em que deixava a 20ª DRPC avistou o policial Damião, irmão de Dedé Bezerra, e quando se aproximou do mesmo trataou de se eximir de envolvimento no duplo homicídio afirmando nada a ver com os crimes.

Os outros cinco foram levados direto para a cadeia após a realização dos exames. Por volta das 15 horas o empresário Francisco Saturnino da Silva, de 51, o Chico do Rio de Janeiro, e seu genro identificado por Rocifran foram os primeiros recambiados para o IML. Depois o empresário Francisco Flávio Moura Furtado, de 38, o pedreiro Samuel Rosendo Lima, de 26 e o motorista de Irlando, Samuel dos Santos Oliveira, de 24 anos, mais conhecido como Paulista.

O advogado Irlando Linhares tem direito a uma cela especial por conta do curso superior, mas o Quartel do 2º BPM, onde há esse tipo de cárcere em Juazeiro, não seria o local mais recomendado. Nesta segunda-feira a esposa dele, Poliane Linhares só deixou a delegacia por volta das 16 horas após viabilizar R$ 2 mil para o pagamento da fiança. É que a mesma tentou chegar à cela do marido com um tablet dentro de uma revista e ainda chegou a fugir da delegacia quando estava detida.

Ela saiu do local pelo estacionamento juntamente com o seu advogado e no carro deste. Repórteres e cinegrafistas ali estiveram para colher imagens, mas foram banidos pessoalmente pelo delegado Victor Timbó classificando o pessoal da Imprensa de “carniceiros”. Ele considerou ainda que os repórteres estavam, querendo “avacalhar” o trabalho da polícia, enquanto os comunicadores ficaram indignados com o comportamento do delegado.
fonte: miséria
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