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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Tio é preso no Rio após confessar morte de sobrinha, diz polícia


Após mais de quatro horas de depoimento, o tio da menina Maria de Fátima, de 5 anos, encontrada morta em um valão na Zona Oeste do Rio, nesta quinta-feira (8), confessou o crime, de acordo com a polícia.

Ainda segundo a polícia, o homem de 20 anos afirmou que tinha costume de abusar sexualmente das sobrinhas.

A Divisão de Homicídios vai autuá-lo em flagrante e prendê-lo pelos crimes de estupro de vulnerável e homicídio doloso.

Segundo a polícia, o tio disse que raptou a criança, enquanto ela brincava na varanda de casa, na tarde de quarta-feira (7), no bairro de Santa Cruz. Em seguida, ele levou a menina para as margens de um valão, localizado no final da rua onde mora, tentou abusar sexualmente, mas a criança reagiu.

A polícia disse que, segundo o depoimento dele, após a reação da sobrinha, o tio resolveu matá-la, asfixiando e estrangulando a menina. Os agentes informaram que na delegacia, o homem chorou ao relembrar o crime.

Os agentes da Divisão de Homicídios falaram que o tio deve passar a noite na delegacia, e em seguida, será transferido para uma unidade prisional.

A polícia informou também que vizinhos tentaram linchar o suspeito, mas ele foi colocado em uma viatura.

Tio ajudou nas buscas pelo corpo

O pedreiro Sandro dos Santos, de 40 anos, pai da criança, disse que o irmão ajudou inclusive nas buscas a Maria de Fátima. De acordo com Sandro, quando a polícia chegou ao local do crime, o irmão ficou nervoso e assumiu o homicídio.

“Quando chegaram os agentes, o meu irmão ficou nervoso e disse ‘fui eu’. Pode ser o meu irmão ou outra pessoa, mas eu quero que o culpado apodreça na cadeia. É uma dor muito forte. É como abrir o seu corpo, tirar parte do seu coração e jogar fora”, desabafou Sandro, revelando ainda que o irmão seria usuário de drogas.

O corpo da menina foi achado num valão na localidade de Areia Branca sem roupas e foi reconhecido por parentes.

Família acompanha trabalho da polícia

O pai contou que o irmão mora a 60 metros da sua casa, e por isso tinha o costume de entrar na sua residência para brincar com as crianças. O pedreiro aguarda o laudo dos peritos do Instituto Médico Legal (IML) para saber as causas da morte da filha. Ele acompanha o trabalho da polícia na delegacia ao lado de outros parentes.

“Eu não sei qual o motivo que pode ter levado alguém a cometer essa barbaridade. A Maria de Fátima era uma menina tímida e quieta, e que não saía para a rua”, disse.

O pai disse que a última vez que a filha foi vista brincava na varanda da casa. O pedreiro tem ainda outros cinco filhos.

Fonte: G1-RJ
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