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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

José Marcio Alves e a Verdade


QUIXELÔ: O papel do Governo é governar. O papel da oposição é opinar, na esperança que alguma crítica seja analisada e que se mude tal situação que não está boa. É assim que tento analisar o papel dos diferentes atores políticos e sociais em Quixelô, em particular o do PT, que está no poder. O PT no Brasil é odiado e amado por muitos. Em Quixelô, antes de chegar ao poder, o PT detinha mais de 50% de aprovação de acordo com pesquisa interna. Digo isso porque como presidente do PT à época, tive acesso a várias informações. Não amo nem odeio o PT, mas a decepção no que se tornou o partido para mim, de cuja história ajudei a construir, é muito grande. Primeiro, o modo de agir que alguns caciques dentre do PT usam para impor suas vontades, com choros e lágrimas de crocodilos, e o papel de eternos excluídos e com isso criando um clima para santificar uns e demonizar outros, afastando com suas astúcias, pessoas como Áureo Junior, que embora eu reserve as minhas criticas públicas pela sua ausência da vida política em Quixelô, só atuando mais em períodos próximos à eleições, foi colocado na geladeira e depois fritado pelos “companheiros”. O próximo a ser descartado e banido do processo, pois incomodava aos poderosos dentro do partido seria eu mesmo. É do conhecimento de tod@s que mesmo com a experiência de 2 eleições para vice-prefeito, uma com Junior e outra com Socorro Gomes, sendo que esta última a eleição perdemos com apenas 823 votos, o grupo do atraso existente dentro do PT, tramou a escolha do vice para o dia da eleição, quando não existia se quer 1/5 dos filiados, conforme pode ser observado na ata da convenção, e escolheu a Leonoura Lucena. Depois veio o processo de calunia, tentando me desqualificar e dizendo que eu tinha me vendido pro Gilson Machado. Em relação à Leonoura, pelo que se comenta, também já foi expurgada, não fazendo mais parte do partido, integrando agora o grupo de Marcelo Sobreira. E são muitos os casos de “expulsão voluntária” e abandono de propostas históricas como fez o vereador Maurício Coelho, que defendia a transmissão das sessões pela Rádio para que as pessoas dos sítios pudessem ouvir e hoje se cala. Fiz essa rápida análise para demonstrar que, se as pessoas que são ou eram do partido, por pensar diferente e dentro de uma lógica de coerência, são excluídas, o que dizer da população em geral? E assim é que os contratados temporários, com raras exceções, são pessoas do grupo de apoio à prefeita, não se faz concurso para todos os cargo para continuar o mesmo sistema de dominação que já faz história m Quixelô, a saúde vai mal obrigado, existem empresas recém criadas que já faturaram milhares de reais (é só olhar nas empresas que mais receberam no site do TCM, portal da transparência, verificar o CNPJ e consultar no site da receita da Fazenda e ver a data de criação). E as obras? Merecem uma reflexão, em destaque para ginásios no Antonico e sede que não terminam, pinturas feitas parece que por amadores que começam a pintar de baixo para cima e dos detalhes para o geral. Em relação ao ginásio da sede, uma critica feita por Ailton Fernandes no face foi até curtida pela vice-prefeita. As estradas mal retocadas, mesmo a prefeitura tendo agora uma motoniveladora, em uns locais se passa e em outros não, ficando 50% da buraqueira e costelas de vaca (vejam a estrada do Quixelô ao Faé e comprovem), não se fala mais na escola do Estado que receberia o nome de Socorro Gomes, o matadouro não há projetos ou está escondido da população, a barragem construída há 60 anos e que era um polo de lazer e amenizava o calor da cidade está abandonada e a culpa é de todos, menos das gestões municipais, e por aí vai...a PERSEGUIÇÃO POLÍTICA. O exemplo notório de perseguição política é a mim mesmo, que por ser integrante, sócio fundador do ICEQUI, a prefeitura usa de tudo, tipo avisos e mais avisos na rádio, sala de informática e cinema e não paga nada, nem para ajudar na energia elétrica. A explicação para a prefeita não colaborar é que eu falo demais no facebook. Que Deus me dê língua e coragem para falar pelos excluídos, pel@s que não podem, pois também são perseguidos, que minhas ideias de verdadeira liberdade política para Quixelô possam ser veiculadas enquanto neste país existir liberdade de expressão, hoje só encontrada na internet e mesmo assim vigiada por Obama. Amig@s de outros lugares desse imenso Brasil sei que vocês não são atingidos pelas políticas “públicas” desse município, mas que sirva de reflexão para vocês também sobre o que acontece nos seus, pequenos ou metrópoles. Abraços!
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