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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Dilma tem aprovação de 49,2%, diz CNT/Sensus


O governo Dilma Rousseff é avaliado como ótimo/bom por 49,2% dos entrevistados pela pesquisa CNT/Sensus. Dos entrevistados, 9,3% classificaram o governo como ruim/péssimo e 37,1% como regular.

Essa é a primeira pesquisa CNT/Sensus divulgada no governo Dilma. Foi feita entre os dias 7 e 12 de agosto em 24 Estados. Ouviu 2.000 pessoas e tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

A avaliação do governo da petista é semelhante à aprovação que o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinha em agosto de 2003, quando 48,3% dos entrevistados pelo instituto tinham uma avaliação positiva do governo.

A marca alcançada pela petista é, porém, menor que todas as outras alcançadas por Lula desde abril de 2007. No fim de seu mandato, o governo do ex-presidente chegou a registrar avaliação positiva de 83,4%.

A gestão de Dilma é vista como pior que a de Lula por 45,4% dos entrevistados. Apenas 11,5% veem o governo Dilma como melhor que o anterior.

A expectativa de que Dilma fará um bom governo caiu dos 69,2% medidos em dezembro, após sua eleição, para 61,3% em agosto. Também caiu, mais drasticamente, a avaliação feita dos ministérios de Dilma: a escolha dos ministros era aprovada (ótimo/bom) por 45,5% em dezembro, índice que passou para 24,2% em agosto.

A crise no Ministério dos Transportes é tida pelos entrevistados como algo que afeta a imagem da presidente. Entre os que têm acompanhado ou ouviram falar das denúncias, 62,9% disseram acreditar que a crise afetou a imagem da petista; 79,2%, no entanto, aprovaram as medidas adotadas por ela frente à crise política.

Em termos de popularidade, o desempenho da presidente é aprovado por 70,2% dos entrevistados e desaprovado por 21,1%. Em agosto de 2003, a popularidade do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva alcançou 76,7% segundo registro do instituto.

SINAL AMARELO

A avaliação da presidente está boa, mas em declínio, principalmente com relação aos serviços públicos e infraestrutura, afirma Flávio Benatti, presidente da seção de cargas da CNT.

"A população está indicando que o combate à corrupção é importante, mas não é tudo. Tem gordura para queimar, mas precisa agir mais em investimentos na área social e de infraestrutura." Segundo Benatti, o sinal está amarelo.

As notas dadas para serviços públicos, de 0 a 10, caíram todas se comparadas com a pesquisa anterior que mediu essas variáveis, em janeiro do ano passado. As maiores quedas foram em rede pública de saúde (de 5,1 para 4,5) e escola pública (de 6,5 para 5,9).

DATAFOLHA E CNI/IBOPE

Pesquisa Datafolha divulgada pela Folha no início deste mês apontou que Dilma manteve um nível estável de aprovação nos primeiros meses do ano, mesmo após os primeiros escândalos de corrupção e de medidas para conter o crédito e a atividade econômica.

Realizado entre os dias 2 e 5 de agosto em todo o Brasil, o levantamento do Datafolha indicou que 48% dos brasileiros com 16 anos ou mais consideram o governo de Dilma como ótimo ou bom. Em junho, esse índice era 49% e, em março, 47%.

Uma queda na avaliação positiva da presidente foi verificada pelo CNI/Ibope, em pesquisa realizada entre 28 e 31 de julho e divulgada na semana passada. A aprovação pessoal de Dilma passou de 73% em abril para 67% em julho. Houve uma piora na avaliação tanto o governo como um todo quanto de setores específicos --principalmente relacionados à taxa de juros e inflação.

A queda foi explicada pela CNI como um "ajuste de expectativas" do eleitor, que costuma sair de uma eleição com um conceito elevado do candidato eleito. A avaliação da entidade é que o governo da petista ainda mantém uma aprovação "bastante elevada".

Fonte: Folha.com
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