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sexta-feira, 25 de maio de 2012

POLÍCIA MILITAR DO CEARÁ - 177 ANOS



Em 24 de maio de 1835, o Presidente (Governador), da Província do Ceará, padre, senador vitalício e orador sacro, José Martiniano de Alencar, preocupado com a segurança e o bem estar dos habitantes da Província do Ceará, assinou a Resolução Provincial nº 13, criando a Força Pública do Ceará, embrião da nossa valorosa Polícia Militar do Ceará, como marco germinante e real de uma instituição séria, digna de respeito e admiração, que com dedicação integral, atua diretamente os 365 dias do ano nos 184 municípios deste nosso querido Ceará.
A partir de 4 de janeiro de 1947 passou então à denominação que tem até os dias atuais (Polícia Militar do Ceará) a partir da entrada em vigor da constituição de 1946. Foi comandanda por 103 comandantes.
A Polícia Militar do Ceará (PMCE) tem por função primordial o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública do Estado do Ceará. Seu primeiro Comandante foi o Ten EB Tomaz Lourenço da Silva Castro, que comandou de 24/05/1835 a 19/01/1839.
A Polícia Militar do Ceará é uma Instituição que se confunde com a história de nosso Estado. Não é à toa que falar desta Corporação é fazer um passeio pelos seus anos de existência e reencontrar personagens e fatos que marcaram nossa história, como a Guerra do Paraguai, a Sedição de Juazeiro, Revolução de 1930 no Ceará, Combate ao Cangaço, Caldeirão, Revoluções de 1932, constitucionalista de São paulo, e de 1964.
Com um passado de bases sólidas, a Polícia Militar tem na sintonia com o presente e com o futuro, um de seus grandes méritos. Ao longo de sua existência, a PM cearense trocou quatorze vezes de nome, mas nunca de ideal, qual seja : a Preservação da Ordem, Tranquilidade das Famílias e Segurança dos Cidadãos cearenses.

Tendo no policiamento ostensivo a sua atividade fim, a Instituição está presente em todo o Estado com seus Batalhões Regionais. Os mais de 14 mil homens do efetivo estão distribuídos por todos os municípios cearenses para servir ao cidadão.

A Polícia Militar do Ceará, ao longo de sua existência, sofreu mudanças, adaptou sua estrutura aos nossos tempos, tendo sempre como objetivo principal servir a sociedade cearense.
Como representante do poder público não pode se esquivar da obrigação permanente de viabilizar satisfatoriamente o trabalho policial, seja através da construção de instalações que permitam operar com mais facilidade na capital e no interior do Estado, seja com uma remuneração justa, com a assistência social necessária ao cidadão-policial, assim, é possível elevar a auto-estima e a capacidade de realização desses profissionais.
Para que esse empenho não seja em vão, é também imprescindível corrigir as distorções e punir os desvios de conduta que inevitavelmente atingem qualquer instituição de igual porte. Só dessa maneira, superando as deficiências e limitações naturais, com dedicação e eficácia profissional, será possível obter na missão policial resultados cada vez melhores.
No organograma, a Polícia Militar é comandada por um oficial superior do posto de coronel e é denominado comandante-geral.
A partir de segundo-tenente, o nome dado a sua função e denominado posto, para os demais é graduação Ex.: Posto de Segundo-Tenente, graduação de Primeiro-Sargento. Na Polícia Militar do Ceará não existem: O posto de Segundo-Tenente, a gradução de Segundo e Terceiro Sargento e o soldado de 2ª Classe.

A Polícia Militar em Iguatu

Atualmente, na cidade de Iguatu encontra-se sediado o 10º Batalhão Provisório Policial Militar, o Núcleo de Policiamento Comunitário XXIII – RONDA DO QUARTEIRÃO e a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), todos integrantes da estrutura organizacional da gloriosa POLÍCIA MILITAR DO CEARÁ.

A chegada

Distrito Policial - criado por força de Lei Provincial de 18 de março de 1842, ou seja, sete anos após a criação da Força Policial em 24 de maio de 1835 e 11 anos antes da emancipação política (25/01/1853) esse foi, sem dúvida, o primeiro indício de evolução do reduto da Telha (Iguatu), considerando o vazio até então existente em termos de acolhimento e distribuição de queixas. Somente o Icó, na qualidade de sede do município, contava com essa prerrogativa, porém distante, sem meios adequados de transportes e não raras vezes a deixar no esquecimento os interesses querelados.

Momento crítico


Conflito Eleitoral – em 1860, 8 de dezembro, deu-se o conflito de proporções ainda não vistas na vila. Seria o dia em que deveria realizar-se o pleito eleitoral. A eleição realizava-se, de fato, na Igreja-Matriz. O policiamento ostensivo ou mesmo discreto havia sido desautorizado pelo chefe do Governo pretextando com isso não haver interferência de poder nas manifestações populares. Veio o erro de plano. Em dado momento, quando chefes de facções opostas discutiam, um dos querelantes matou seu adversário (Domingos Félix Teixeira). No mesmo instante e a fazer uso de um bacamarte, o filho da vítima (Cândido Teixeira), vingou a morte do pai (Alexandre Cavalcante).
A partir desse instante, em que partidários das duas correntes não mais se entenderiam, ninguém seria capaz de exercer controle sobre o conflito, resultando no maior chacinamento registrado na Vila. Tombaram sem vida 14 pessoas, enquanto que o número de feridos chegava a 30, muito deles gravemente.
Fonte: Instituto Histórico da PMCE
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